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FUNDAMENTO: O diagnóstico e a localização da metaplasia intestinal e do câncer gástrico precoce são problemáticos devido à falta de sinais endoscópicos evidentes. OBJETIVO: Comparar a eficácia da cromendoscopia com a endoscopia convencional para a detecção de lesões gástricas pré-malignas (metaplasia intestinal). MÉTODO: Trinta e três pacientes em que biópsias endoscópicas rotineiras anteriores mostraram metaplasia intestinal foram recrutados para um estudo prospectivo. Cada paciente passou por um procedimento de endoscopia em dois passos: endoscopia convencional e cromendoscopia usando azul de metileno. Biópsias foram coletadas durante cada etapa e foram estudadas por um patologista especialista. A presença de metaplasia intestinal foi considerada um resultado positivo. RESULTADOS: Considerando a presença de metaplasia intestinal em qualquer parte do estômago como resultado positivo, 13 pacientes foram diagnosticados com metaplasia intestinal usando ambos os métodos endoscópicos, enquanto oito pacientes apresentaram resultados positivos usando cromendoscopia sem quaisquer alterações metaplásicas detectadas pelo método convencional (P=0,003). Um paciente apresentou biópsias positivas com o método convencional, enquanto o relatório patológico não mostrou biópsias positivas usando o método de cromendoscopia. O número de biópsias positivas do antrum, corpo e fundo foram 18, 15 e sete, respectivamente, usando cromendoscopia, e 10, quatro e dois, respectivamente, dos mesmos locais usando endoscopia convencional. CONCLUSÃO: O presente estudo demonstrou que a cromendoscopia é superior à endoscopia convencional para a detecção de alterações metaplásicas e seu uso pode ser sugerido para a triagem de malignidades precoces do estômago.
Taghavi et al. (Qui,) estudaram essa questão.