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Este estudo investiga os valores de materialidade do planejamento usados por auditores na Holanda para uma amostra de compromissos realizados por firmas Big 5 e não-Big 5 em 1998-99. Descobrimos que, consistente com evidências arquivadas da KPMG em Elliott (1983), a materialidade do planejamento não é uma porcentagem constante de uma base, mas aumenta a uma taxa decrescente com o tamanho do cliente. Além disso, encontramos que os valores de materialidade do planejamento aumentam com a qualidade do ambiente de controle do cliente e a magnitude da taxa de retorno sobre ativos do cliente, enquanto diminuem com a complexidade do cliente. Também descobrimos que as firmas Big 5 usam valores de materialidade do planejamento mais baixos do que as firmas não-Big 5, ceteris paribus, o que é consistente com a produção de níveis relativamente mais altos de qualidade de auditoria pelas Big 5. Por fim, encontramos que os auditores usam valores de materialidade mais baixos em situações onde os ganhos podem ser gerenciados para mostrar um pequeno lucro ou uma pequena perda.
Blokdijk et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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