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Bancos diversificados devem se beneficiar de uma alocação eficiente de recursos, co-seguro de dívida e economias de escopo. Ao mesmo tempo, críticos da diversificação questionam essas vantagens apontando para problemas de agência, como a fixação gerencial e a construção de impérios, que também poderiam levar à diversificação, mas por razões ‘erradas’. Este artigo lança mais luz sobre a questão da diversificação bancária ao examinar diretamente como os conglomerados financeiros operam de forma eficiente e ao medir até que ponto o tamanho e outros fatores específicos de bancos e mercados são relevantes na avaliação da relação entre diversificação e eficiência. Nós nos concentramos em bancos que operam nos países de adesão ao longo do período de 2001–2007 e estimamos sua eficiência de custo e lucros alternativos usando um estimador de análise de envoltória de dados. Os resultados indicam que os bancos sofrem com ineficiências de custo e lucros relativamente altas e que existem diferenças notáveis nos níveis de eficiência entre os países. Em relação ao grau de diversificação dos bancos, encontramos fortes evidências que sugerem que instituições mais diversificadas têm maior probabilidade de serem eficientes em custo e lucros e que o tamanho é um fator chave na explicação das melhores práticas, particularmente no lado do lucro.
Chronopoulos et al. (qui,) estudaram essa questão.
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