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OBJETIVO DA REVISÃO: a asma é uma doença crônica comum com um impacto clínico significativo em todo o mundo. Existem disparidades relacionadas ao sexo na epidemiologia e morbidade da asma, mas o debate continua em relação aos mecanismos para essas diferenças. Há uma necessidade de revisar as descobertas recentes para os provedores de cuidados da asma e destacar áreas que necessitam de pesquisa adicional. DESCOBERTAS RECENTES: dados recentes ilustram diferenças marcantes relacionadas ao sexo na epidemiologia da asma e na expressão da doença. Estudos mostram um aumento da incidência de asma em mulheres. Dados demonstram que mulheres asmáticas têm uma qualidade de vida pior e uma maior utilização de serviços de saúde em comparação com seus homólogos masculinos, apesar de tratamento médico semelhante e função pulmonar basal. A pesquisa continua a explorar hipóteses para essas diferenças, incluindo as potenciais influências dos hormônios sexuais femininos, percepção alterada da obstrução do fluxo de ar, hipersensibilidade brônquica aumentada e adesão e técnica de medicação. No entanto, nenhuma explicação única conseguiu explicar completamente as disparidades. RESUMO: as mulheres têm maior probabilidade de serem diagnosticadas com asma e sofrem uma morbidade maior do que os homens. Os mecanismos fisiológicos para essas diferenças não são bem compreendidos. Compreender as diferenças relacionadas ao sexo na asma e fornecer aos pacientes educação voltada para essas disparidades é importante para estabelecer estratégias de manejo individualizadas e eficazes da asma para todos os pacientes.
Kynyk et al. (Quarta-feira,) estudaram esta questão.
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