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OBJETIVOS: Buscamos demonstrar as vantagens do uso de dados de pesquisa em nível individual em análises quantitativas de justiça ambiental e fornecer novas evidências sobre desigualdades raciais e socioeconômicas na distribuição de instalações industriais poluidoras. MÉTODOS: Os endereços dos respondentes na amostra inicial do Estudo de Mudanças na Vida dos Americanos e das instalações industriais poluidoras no Inventário de Liberação Tóxica da Agência de Proteção Ambiental foram geocodificados, permitindo avaliações das distâncias entre as casas dos respondentes e as instalações poluidoras. As associações entre raça e outras características sociodemográficas e viver a menos de 1 milha (1,6 km) de uma instalação poluidora foram estimadas por meio de regressão logística. RESULTADOS: Negros e respondentes com níveis educacionais mais baixos e, em menor grau, com níveis de renda mais baixos eram significativamente mais propensos a viver a menos de uma milha de uma instalação poluidora. As disparidades raciais foram especialmente pronunciadas em áreas metropolitanas do Meio-Oeste e Oeste e em áreas suburbanas do Sul. CONCLUSÕES: Nossos resultados acrescentam ao registro histórico que demonstra disparidades significativas nas exposições a riscos ambientais na população dos EUA e fornecem um paradigma para o estudo de mudanças ao longo do tempo nas associações com a saúde.
Mohai et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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