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Como consequência de preconceito e ignorância dentro da profissão médica, lésbicas e gays frequentemente recebem cuidados de saúde subótimos. O conhecimento da orientação sexual e comportamentos de cada paciente é crítico para o desenvolvimento de uma relação terapêutica produtiva, avaliação de risco precisa e a prestação de aconselhamento preventivo pertinente. No entanto, os clínicos frequentemente esquecem de perguntar sobre essas informações, e muitas lésbicas e gays são relutantes em revelar a verdade. Apresento vinhetas de minhas experiências pessoais como paciente lésbica e médica para ilustrar a importância de criar um ambiente no qual tal divulgação possa ocorrer e para retratar os desafios e recompensas de se assumir como médico gay.
Jennifer Potter (terça-feira) estudou essa questão.
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