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As concentrações de metano a nível do solo na atmosfera foram medidas na faixa de 1,45 a 1,62 partes por milhão por volume (ppmv) de ar seco em locais remotos entre 62 graus N e 54 graus S de latitude durante o período de novembro de 1977 a julho de 1979. A concentração média (+/-rms) para o hemisfério norte foi de 1,57 +/- 0,02 ppmv em janeiro de 1978 e 1,59 +/- 0,02 em julho de 1979. A concentração média no hemisfério sul foi mais baixa - 1,47 +/- 0,02 em janeiro de 1978 e 1,51 +/- 0,01 em julho de 1979. A razão das concentrações entre os dois hemisférios foi de 1,068 +/- 0,016 em janeiro de 1978 e 1,055 +/- 0,013 em julho de 1979, para uma média de 1,06 +/- 0,01. As concentrações mais altas no hemisfério norte exigem que as fontes de metano estejam preferencialmente no hemisfério norte, ou que os processos de remoção operem mais rapidamente no hemisfério sul, ou ambos. O principal processo de remoção para o CH(4) é a reação com radicais OH troposféricos e sua vida atmosférica estimada é de 10,5 +/- 1,8 anos. O gradiente interhemisférico observado é consistente com essa vida útil e a liberação preferencial de metano no hemisfério norte. Medições feitas na região da bacia amazônica indicam a presença de uma fonte substancial de metano naquela área.
Mayer et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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