"É geralmente estabelecido que o coração normal pode se tornar incapaz de manter um débito cardíaco adequado ou prevenir a congestão venosa sempre que for apresentado agudamente a uma carga esmagadora além de sua capacidade de bombeamento. Este estado não é falência de um coração doente, mas foi designado como `falência` por muitos. É mais difícil definir a situação onde tal sobrecarga estabelece um ciclo vicioso que progressivamente potencializa a carga sobre o coração por horas ou dias. Após um intervalo de tempo, essa carga sobrecarrega os mecanismos disponíveis para compensação a ponto de a congestão venosa ou a redução do débito cardíaco se tornarem evidentes. Esse ponto de virada significa que o coração se tornou anormal, em um sentido funcional, e, portanto, agora é um caso de insuficiência cardíaca no sentido aceito? . . . Quanto da alteração circulatória é devido à carga e quanto aos mecanismos convocados para enfrentar a carga? Quando começa a deterioração miocárdica e quando começa a falência miocárdica? . . . Como se pode determinar se é a carga cardíaca ou a falência miocárdica que é responsável por invocar os mecanismos compensatórios?" 1
Arnold M. Katz (1973) estudou esta questão.
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