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O objetivo deste estudo foi examinar a relação entre reforço entre pares e status social. Os dados foram obtidos de 2 turmas de crianças em idade pré-escolar, com medidas repetidas de S3 em 1 turma. O reforço ocorrido no grupo de pares foi avaliado por meio de observações; uma sociometria em forma de imagem foi utilizada para medir o status social. As principais conclusões foram: (a) a aceitação social (medida em termos de escolhas positivas) foi significativamente correlacionada com a frequência de concessão de reforço positivo, mas não com a frequência de concessão de reforço negativo; (b) a rejeição (escolhas negativas) foi significativamente correlacionada com a concessão de reforço negativo, mas não com a concessão de reforço positivo; (c) as crianças receberam mais reforço positivo de pares que gostavam do que de pares que não gostavam; (d) os sujeitos não receberam mais reforço negativo de pares que não gostavam do que de pares que gostavam; e (e) mais reforço positivo do que negativo foi recebido tanto de pares que gostavam quanto de pares que não gostavam.
Hartup et al. (Fri,) estudaram essa questão.