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TsCHmcI, JUDrTH E. Raciocínio Sensato: Uma Hipótese sobre Hipóteses. DESENVOLVIMENTO INFANTIL, 1980, 51, 1-10. Este estudo investigou as diferenças afirmadas no raciocínio entre adultos e alunos da segunda, quarta e sexta série em uma tarefa de manipulação de variáveis usando situações cotidianas comuns. Propõe-se que as habilidades de teste de hipóteses usadas nesta tarefa não se desenvolvem necessariamente a partir da compreensão da lógica de classes. Essas habilidades podem se desenvolver por meio da experiência em manipular elementos nessas situações naturais em que é desejável eliminar resultados negativos ou reproduzir resultados positivos. Os sujeitos foram apresentados a 8 histórias multivariadas com diferentes desfechos, seja bom ou ruim, e foram solicitados a escolher um teste para determinar qual elemento causou o resultado. Esperava-se que os sujeitos escolhessem um teste sistematicamente com base em considerações do valor do resultado de qualquer situação, e não com base puramente lógica. Para todos os grupos etários, o padrão geral de respostas foi o mesmo. Um teste lógico de confirmação negativa (variar apenas a variável hipotetizada) foi preferido em situações de resultados ruins, e um teste confirmatório logicamente inadequado (repetir a variável hipotetizada em um contexto diferente) foi preferido em histórias de bons resultados. A principal tendência de desenvolvimento foi uma mudança na escolha da estratégia para eliminar a variável hipotetizada em histórias de resultados ruins. Não houve relação entre o desempenho das crianças em problemas de inclusão de classe e suas soluções de problemas narrativos. Esses resultados são discutidos em termos de raciocínio sensato e habilidades de resolução de problemas.
Judith E. Tschirgi (Sat,) estudou esta questão.