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▪ Resumo Fósseis de vertebrados e sedimentos continentais fornecem um rico registro das variações na composição isotópica dos ambientes de superfície. Para interpretar esses registros, uma maior compreensão das fontes isotópicas, bem como das fracionações associadas à fisiologia animal, à geoqímica do solo e à diagênese, tem sido essencial. O esmalte dental e os otólitos de peixes oferecem registros subanuais dos ambientes de superfície, enquanto os minerais do solo podem integrar sinais ao longo de milhares de anos. As variações dos isotopos de carbono em vertebrados fósseis e solos registram mudanças na estrutura da vegetação e na composição e concentração do isótopo de CO 2 atmosférico. As variações dos isotopos de oxigênio podem estar indiretamente relacionadas ao clima, através da reconstituição da composição isotópica do oxigênio da água meteórica, ou diretamente relacionadas à temperatura, por meio da aplicação da paleotermometria de isótopos de oxigênio em minerais do solo ou otólitos. Na África, as variações de isótopos de nitrogênio mostram potencial como um proxy para a abundância de chuvas, embora a generalidade dessa associação em outros lugares não tenha sido demonstrada.
Paul L. Koch (Sex,) estudou essa questão.
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