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Neste ensaio, examinamos três interpretações causais concorrentes das disparidades raciais em saúde. A primeira abordagem vê a raça como uma categoria biologicamente significativa e as disparidades raciais em saúde como reflexo da suscetibilidade herdada a doenças. A segunda abordagem trata a raça como um proxy para classe e vê a estratificação socioeconômica como a verdadeira culpada por trás das disparidades raciais. A terceira abordagem trata a raça como nem uma categoria biológica nem um proxy para classe, mas como um constructo distinto, semelhante ao sistema de castas. Apontamos os obstáculos históricos, políticos e ideológicos que dificultaram a análise da raça e da classe como codeterminantes das disparidades em saúde.
Kawachi et al. (Terça,) estudaram esta questão.