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Resumo A teoria do crescimento cristalino foi aplicada para descrever os sítios de borda dos filossilicatos. Três configurações de face foram encontradas. Uma face possui um sítio tetraédrico por camada tetraédrica e dois sítios octaédricos coordenados a um por área cristalográfica ac sen β, onde a e c são as dimensões da camada e β é o ângulo entre elas. As outras duas faces são semelhantes, exceto que têm um sítio octaédrico a menos, que é substituído por um sítio Si IV -O-Al VI nessa mesma área ac sen β. Acredita-se que uma transferência de energia de ligação do sítio octaédrico remanescente para o sítio Si IV -O-Al VI neutralize toda a carga de borda em faces contendo estes últimos sítios em pHs normalmente encontrados (pH 3–9). Uma rearranjo de carga semelhante ao longo das bordas resulta em uma aparente diminuição da carga permanente do mineral com um aumento da área de borda. Com base em tal análise, a ilita em forma de lâmina pode ser descrita como uma mica dioctaédrica de grão muito fino, na qual a aparente ocupação deficiente da camada octaédrica, a presença de excesso de água e uma capacidade de troca catiônica mensurável podem ser em parte o resultado de uma grande razão entre a área de borda e o volume total, sem outra mudança química ou estrutural nas camadas de mica. A crescente importância da carga de borda em relação à carga da camada produz fórmulas errôneas para filossilicatos 2:1 em amostras de grão muito fino contendo menos de 2 de 3 sítios octaédricos ocupados por cátions, com base em uma célula de meia carga de 22.
White et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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