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Ao longo do último século, pesquisadores coletaram uma quantidade considerável de dados refletindo as propriedades da fala Lombarda, ou seja, fala em um ambiente ruidoso. Os fenômenos documentados predominantemente relatam efeitos no sinal de fala produzido em ruído ambiente. Em comparação, sabe-se relativamente pouco sobre os padrões articulatórios subjacentes da fala Lombarda, em particular para a articulação lingual. Aqui, os autores apresentam uma análise de gravações articulatórias de material de fala em ruído de conversação de diferentes níveis de intensidade e em fala hypoarticulada e relatam diferenças quantitativas na expansão relativa do movimento de diferentes subsistemas articulatórios (a mandíbula, os lábios e a língua) assim como na expansão relativa da duração das emissões. As modificações de trajetória para um articulador podem ser relativamente previsíveis em relação àqueles de outro, mas os subsistemas diferem em um grau de continuidade na expansão das trajetórias elicidas em diferentes níveis de ruído. A análise de regressão das modificações articulatórias contra a expansão da duração mostra mais diferenças qualitativas entre os subsistemas, ou seja, a mandíbula e a língua. Os achados são discutidos em termos de possíveis influências de uma combinação de fatores prosódicos, segmentais e fisiológicos. Além disso, o efeito Lombard é apresentado como uma metodologia viável para elicitar variação articulatória global de forma controlada.
Šimko et al. (sex,) estudaram esta questão.