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Resumo Estudamos a resposta da ionosfera (região F) no setor brasileiro durante o evento extremo de clima espacial de 17 de março de 2015 usando uma grande rede de 102 estações de conteúdo total de elétrons GPS‐TEC. Observou-se que o conteúdo total de elétrons vertical (VTEC) foi severamente perturbado durante as fases principal e de recuperação da tempestade. Uma oscilação semelhante a uma onda com três picos foi observada na variação diurna do TEC do equador até baixas latitudes durante a fase principal da tempestade em 17–18 de março de 2015. A extensão latitudinal dos picos de oscilação semelhante a uma onda diminuiu desde o início da fase principal até a fase de recuperação. O primeiro pico se estendeu de além de 0°S até 30°S, o segundo ocorreu de 6°S a 25°S, enquanto que o terceiro pico diurno foi confinado de 13°S a 25°S. Além disso, uma fase negativa forte nas variações de VTEC foi observada durante a fase de recuperação em 18–19 de março de 2015. Essa fase negativa ionosférica foi mais forte em baixas latitudes do que na região equatorial. Também, duas cadeias latitudinais de estações GPS‐TEC da região equatorial até baixas latitudes nos setores leste e oeste brasileiros foram usadas para investigar o comportamento da anomalia de ionização equatorial (EIA) nos setores leste e oeste brasileiros durante a tempestade. Observamos um comportamento anômalo na EIA causado pelas oscilações semelhantes a ondas durante a fase principal da tempestade em 17 de março, e a supressão da EIA, resultante da fase negativa em VTEC, na fase de recuperação da tempestade.
Fagundes et al. (Quarta-feira,) estudaram esta questão.
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