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Uma nova agenda de pesquisa é proposta para avaliar a força dos vínculos entre credenciais educacionais, incluindo áreas de estudo, e posições ocupacionais. Os autores argumentam que uma concepção teoricamente frutífera da força do vínculo requer um foco na estrutura granular, bem como nas características macroinstitucionais das trajetórias entre educação e o mercado de trabalho. Com base em avanços recentes no estudo da segregação multigrupos, os autores descobrem que a Alemanha tem uma força de vínculo geral mais forte do que a França ou os Estados Unidos. No entanto, a extensão em que os três países diferem varia substancialmente entre os níveis educacionais e áreas de estudo. Os autores ilustram a importância substancial da nova abordagem ao mostrar, primeiro, que a distinção padrão entre espaço de organização/espaço de qualificação descreve mal a diferença contemporânea entre a Alemanha e a França e, segundo, que os salários ocupacionais médios relativos na Alemanha e nos Estados Unidos variam diretamente com a força do vínculo relativa para ocupações nos dois países.
DiPrete et al. (Mon,) estudaram esta questão.