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OBJETIVO: Relatar sobre escolas de medicina em estados frágeis, países com graves desafios de desenvolvimento, e o impacto na força de trabalho para a entrega de cuidados de saúde. FONTES DE DADOS: Lista Harmonizada de Situações Frágeis do Banco Mundial de 2007 e 2012; Observatório Global da Saúde da OMS de 1998-2012; Diretório Mundial de Escolas de Medicina de 2014. EXTRAÇÃO DE DADOS: Classificação frágil estabelecida a partir do status do Banco Mundial de 2007 e 2012. População, renda nacional bruta, despesas com saúde e expectativa de vida foram dados de 2007. A densidade de médicos foi mais recentemente disponível no Observatório Global da Saúde da OMS (1998-2012), com o número de escolas de medicina do Diretório Mundial de Escolas de Medicina de 2014. DESENHO DO ESTUDO: Análises de regressão avaliaram o impacto do status de estado frágil em 2012 no número de escolas de medicina em 2014. RESULTADOS PRINCIPAIS: Estados frágeis tinham entre 1,76 (IC de 95% 1,07-2,45) a 2,37 (IC de 95% 1,44-3,30) vezes mais probabilidades de ter menos de duas escolas de medicina do que estados não frágeis. CONCLUSÕES: Estados frágeis carecem da infraestrutura para treinar números suficientes de profissionais de medicina para atender às necessidades de saúde de sua população.
Mateen et al. (Qua,) estudaram esta questão.