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Este estudo teve como objetivo comparar a confiabilidade entre sessões de três variáveis de velocidade tipicamente medidas (velocidade média MV, velocidade propulsiva média MPV e velocidade máxima Vmax) para avaliar o desempenho em salto vertical. No total, 23 homens tiveram seu salto em profundidade (SJ) e salto em contra-movimento (CMJ) testados sob cinco diferentes condições de carga (17, 30, 45, 60 e 75 kg) durante duas semanas consecutivas. As duas sessões de cada tipo de salto foram realizadas na mesma semana, separadas por 48-72 h. A principal descoberta foi uma diferença significativa na confiabilidade entre as variáveis, que foram classificadas da mais alta para a mais baixa confiável da seguinte forma (coeficiente de variação mediana CV e intervalo): Vmax (CV = 2,35% 1,85%-3,23%) > MV (CV = 3,29% 2,18%-4,40%) > MPV (CV = 3,69% 2,08%-5,17%). Uma interação significativa entre variável × exercício também foi observada, mostrando que as diferenças na confiabilidade entre as variáveis eram significativas durante o SJ (MV: CV = 3,93% 3,06%-4,40%, MPV: CV = 4,61% 4,07%-5,17%, e Vmax: CV = 2,14% 1,85%-2,71%), enquanto nenhuma diferença significativa foi observada para o CMJ (MV: CV = 2,43% 2,18%-3,70%, MPV: CV = 2,71% 2,08%-3,63%, e Vmax: CV = 2,40% 1,97%-3,23%). Esses resultados sugerem que a Vmax deve ser a variável recomendada para obter uma medida reprodutível do desempenho balístico da parte inferior do corpo, especialmente durante o exercício SJ.
Pérez‐Castilla et al. (Ter,) estudaram essa questão.