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Este estudo em Malawi examina se a agroecologia pode ser efetivamente usada por pequenos agricultores para abordar a soberania alimentar. Baseamo-nos no conceito de fissura metabólica, argumentando que reparar essa fissura inclui relações sociais. Métodos agroecológicos podem ser estratégias importantes, mas são intensivos em trabalho e conhecimento, e exigem o enfrentamento das dinâmicas de poder dentro e fora dos lares para tratar da soberania alimentar. O estudo de caso incluiu métodos participativos de diálogo, experimentação e aprendizado horizontal para promover mudanças. Argumentamos que conceitos feministas de interseccionalidade e práxis participativa são centrais para mobilizar a agroecologia na construção da soberania alimentar e na transformação das relações sociais.
Kerr et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.