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Espécies fluorescentes são formadas durante o ciclo de baterias de íon de lítio como resultado da decomposição do eletrólito devido à instabilidade dos eletrólitos não aquosos e reações secundárias que ocorrem na superfície do eletrodo. O aumento da fluorescência de fundo devido à presença desses componentes torna mais difícil analisar os dados devido à sobreposição espectroscópica da dispersão Raman e da fluorescência. Neste contexto, a espectroscopia Raman com portão Kerr foi mostrada como uma técnica eficaz para isolar o efeito de dispersão da fluorescência, permitindo a coleta dos espectros Raman do sal de LiPF6 e do eletrólito de carbonato orgânico à base de LiPF6, sem a interferência do componente fluorescente. A espectroscopia Raman com portão Kerr foi capaz de identificar POF3 na superfície da partícula de LiPF6, após a adição de água em traços.
Cabo‐Fernández et al. (Ter,) estudaram essa questão.