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A terapia com radiofármacos de receptor peptídico (PRRT) é uma modalidade de tratamento antitumoral altamente eficaz para pacientes com tumores neuroendócrinos (NETs) metastáticos e não ressecáveis. Durante a PRRT, receptores específicos que são superexpressos nas células cancerígenas são alvo de um peptídeo rotulado com um radiofármaco que causa danos ao DNA. Embora a PRRT seja um tratamento poderoso para pacientes com NETs metastáticos, a maioria ainda não pode ser curada nesta fase da doença. Portanto, muitos pesquisadores se concentram em melhorar a eficácia terapêutica desse tratamento. Melhorar a PRRT pode, por exemplo, ser alcançado utilizando outros radiofármacos com diferentes propriedades físicas, combinando a PRRT com agentes radio-sensibilizantes ou rotulando peptídeos com características distintas. No entanto, devido à falta de conhecimento extenso sobre as respostas radiobiológicas das células cancerígenas à PRRT, os parâmetros biológicos que influenciam a dose absorvida ou que podem até mesmo causar insensibilidade à terapia continuam elusivos, e o contexto em que essas melhorias serão bem-sucedidas justifica uma investigação adicional. Nesta revisão, discutiremos o desenvolvimento da PRRT, seus méritos clínicos no tratamento atual e perspectivas futuras. Destacaremos diferentes radiofármacos e seus benefícios e desvantagens, bem como diferentes conjugados peptídicos que contêm esses radiofármacos. Focaremos nos últimos desenvolvimentos em tratamentos combinatórios e como pesquisadores de diferentes disciplinas, como dosimetria e radiobiologia, estão agora unindo forças para melhorar a PRRT para NETs.
Feijtel et al. (Qua,) estudaram esta questão.
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