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PROPÓSITO: Investigar associações entre a ingestão total de colina na dieta e sua principal forma dietética, fosfatidilcolina, com o risco de diabetes tipo 2. MÉTODOS: Incluímos 2332 homens com idades entre 42 e 60 anos na linha de base entre 1984-1989 do Estudo de Fatores de Risco para Doenças Isquêmicas do Coração de Kuopio, no leste da Finlândia. As ingestões dietéticas foram avaliadas com registro alimentar de 4 dias na linha de base. O diagnóstico de diabetes tipo 2 foi baseado em questionários auto-administrados, medições de glicose no sangue em jejum e no teste de tolerância à glicose oral de 2 horas, ou por ligação de registro a registros nacionais de saúde. Modelos de regressão de Cox ajustados por múltiplas variáveis foram usados para análise estatística. RESULTADOS: Durante o seguimento médio de 19,3 anos, 432 homens tiveram diagnóstico de diabetes tipo 2. Após os ajustes multivariáveis, aqueles no quartil mais alto em comparação com o quartil mais baixo de ingestão de colina tiveram 25% (IC 95% 2-43%) menor risco relativo (P tendência entre quartis = 0.02) e aqueles no quartil mais alto em comparação com o quartil mais baixo de fosfatidilcolina tiveram 41% (IC 95% 22-55%) menor risco relativo (P tendência < 0.001) de diabetes tipo 2. CONCLUSÕES: Maior ingestão de colina, especialmente fosfatidilcolina, esteve associada a menor risco de diabetes tipo 2 entre homens.
Virtanen et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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