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As diferenças sexuais na biologia das células endoteliais (CE) podem refletir diferenças intrínsecas impulsionadas por cromossomos ou exposição a esteroides sexuais, além de diferenças de gênero acumuladas ao longo da vida. Analisamos dados de expressão gênica de CE de gêmeos do sexo masculino e feminino ao nascer e em adultos não gêmeos para detectar diferenças sexuais em diferentes estágios da vida, e mostramos que 14-25% do transcriptoma de CE é tendencioso em relação ao sexo. Combinando dados de ambos os estágios da vida, identificamos diferenças sexuais que estão presentes ao nascer e mantidas ao longo da vida, além daquelas adquiridas ao longo da vida. Promissoramente, encontramos que genes que apresentam uma diferença sexual adquirida em CE são mais propensos a ser alvos de esteroides sexuais. A anotação de ambos os conjuntos de genes com dados de múltiplos estudos de associação genômica ampla (GWAS) revelou que genes com uma diferença sexual intrínseca em CE são enriquecidos para os achados do GWAS da doença arterial coronariana. Este estudo ressalta a necessidade de tratar o sexo como uma variável biológica.
Hartman et al. (Qui,) estudaram essa questão.