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Políticas de envelhecimento no local foram adotadas internacionalmente como uma resposta ao envelhecimento da população. A abordagem historicamente se referia ao objetivo de ajudar as pessoas a permanecerem em suas próprias casas, para que possam manter conexões com amigos e familiares em sua comunidade. No entanto, os locais onde as pessoas envelhecem são frequentemente hostis e desafiadores, apresentando barreiras potenciais ao ideal da política de envelhecimento no local. Isso pode ser especialmente o caso em cidades caracterizadas por uma rápida rotatividade populacional e pela requalificação de edifícios por meio da regeneração urbana. No entanto, até o momento, houve uma pesquisa limitada focando nos locais de envelhecimento e em como esses afetam a experiência de envelhecer no local ao longo do tempo. Este artigo aborda essa lacuna apresentando quatro estudos de caso aprofundados de um estudo qualitativo longitudinal de idosos vivendo em bairros caracterizados por altos níveis de privação e rápida mudança populacional. A análise ilustra como o envelhecimento no local é afetado pelas circunstâncias cambiantes ao longo da vida e pela dinâmica desses bairros ao longo do tempo. A conclusão sugere que mais atenção deve ser dada às dinâmicas em mudança dos locais onde as pessoas envelhecem. Também faz sugestões de políticas sobre como o envelhecimento no local poderia ser apoiado, levando em conta as necessidades das pessoas à medida que envelhecem, bem como as mudanças nas comunidades em que vivem. O artigo amplia a compreensão teórica da inter-relação entre envelhecimento no local e os locais de envelhecimento, revelando como esses processos mudam ao longo do tempo.
Lewis et al. (Ter,) estudaram essa questão.