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Introduzidos no final da década de 1950, os polienos representam a família mais antiga de fármacos antifúngicos. A descoberta da anfotericina B e suas aplicações terapêuticas são consideradas um dos marcos científicos mais importantes do século XX. Apesar de seu potencial tóxico, continua a ser útil no tratamento de doenças fúngicas invasivas devido ao seu amplo espectro de atividade, baixa taxa de resistência e excelente ação clínica e farmacológica. A toxicidade bem documentada e definida do fármaco convencional fez com que muito atenção fosse dada ao desenvolvimento de novos produtos que pudessem minimizar esse efeito. Como resultado, formulações à base de lipídios da anfotericina B surgiram e, mesmo mantendo o princípio ativo em comum, apresentam características distintas que podem influenciar os resultados terapêuticos. Este estudo apresenta uma visão geral das propriedades farmacológicas das diferentes formulações para uso sistêmico de anfotericina B disponíveis para o tratamento de infecções fúngicas invasivas, destacando as características relacionadas às suas estruturas químicas, farmacocinéticas, interações fármaco-alvo, estabilidade e outros, e aponta os aspectos mais relevantes para a prática clínica.
Cavassin et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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