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INTRODUÇÃO: A Índia é responsável por 30% das mortes neonatais globalmente. A sepse bacteriana é uma causa importante de morbidade e mortalidade em recém-nascidos. A detecção precoce de microrganismos e o início antecipado da terapia são de extrema importância. MATERIAIS E MÉTODOS: O estudo foi realizado no Departamento de Microbiologia ao longo de um ano. Duas amostras de sangue foram coletadas sob precauções assépticas, sendo cada uma de 1 ml adicionada a um frasco de cultura de sangue convencional com meio bifásico e a um frasco pediátrico BacT/ALERT. Os microrganismos foram identificados por coloração de Gram, testes bioquímicos padrão e antibiogramas apropriados. Os microrganismos comuns responsáveis pela sepse neonatal de início precoce e tardio foram identificados, e as cepas resistentes foram estudadas em detalhe. As principais manifestações clínicas e os fatores de risco maternos e neonatais associados à sepse neonatal foram identificados e correlacionados estatisticamente. RESULTADOS: Dos 233 recém-nascidos, 44 (18,9%) tiveram cultura positiva, com maior incidência de sepse em bebês do sexo masculino com baixo peso ao nascer. Dos 44 isolados, 31 (70,5%) eram organismos Gram-negativos, sendo a Klebsiella pneumoniae subespécie pneumoniae (45,5%) o isolado mais comum. A prevalência da produção de beta-lactamase de espectro expandido neste estudo foi de 54,8%. A triagem para a produção de AmpC mostrou que 25,8% dos isolados eram positivos. O fator de risco materno de ruptura prematura de membrana por mais de 18 h foi observado em 74 bebês (31,8%), e 138 (59,2%) bebês tiveram prematuridade como fator de risco neonatal levando à sepse. CONCLUSÃO: Como os agentes etiológicos da sepse neonatal variam em diferentes circunstâncias e a resistência antimicrobiana devido a diferentes mecanismos é prevalente, o uso de antibióticos deve ser baseado nos resultados de cultura e sensibilidade.
Theodore et al. (Sat,) estudaram esta questão.