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Para alocar recursos limitados em redes de serviços médicos de emergência (EMS), modelos matemáticos são utilizados para selecionar locais e suas capacidades. Muitos modelos padrão existentes são baseados em suposições simplificadoras, incluindo independência dos locais e uma similar carga geral de trabalho dos serviços de ambulância. Na prática, quando um local está ocupado, uma chamada é encaminhada para outro local. Assim, a carga de trabalho de cada local depende não apenas da taxa de chamadas na área circundante, mas também das interações com outras instalações. Se a demanda varia pela área urbana, assumir uma fração média de ocupação do servidor em todo o sistema pode levar a uma superestimação da cobertura real. Mostramos que as interdependências entre locais podem ser integradas ao conhecido Problema de Localização de Cobertura Máxima Esperada (MEXCLP) ao introduzir um limite superior para a ocupação de cada local. Aplicamos nossa nova formulação matemática ao caso de um prestador de EMS local. Para avaliar a qualidade da solução, usamos uma simulação de eventos discretos baseada em dados reais de chamadas anonimizada. Os resultados de nossa abordagem de simulação-otimização indicam que a cobertura pode ser melhorada na maioria dos casos ao levar em conta as interdependências entre locais, levando a uma alocação de ambulâncias melhorada e um atendimento de emergência mais rápido.
Grot et al. (Ter,) estudaram essa questão.