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A teoria democrática atual e as recentes iniciativas de políticas internacionais revelam um intenso interesse pela relação entre capital social e democracia. Esse interesse é a variante mais recente de uma longa tradição teórica que postula que uma vida associativa vigorosa é benéfica para a criação e manutenção da democracia. Apesar da popularidade dessa visão, existem poucas evidências empíricas quantitativas que sustentem a relação. Aqui, a relação entre capital social e democracia é testada usando dados de um grande estudo quantitativo e multinacional. Dois testes adicionais são introduzidos. Primeiro, o efeito recíproco plausível — da democracia para o capital social — é incluído nos modelos. Em segundo lugar, o impacto potencialmente negativo de algumas associações sobre a democracia é considerado. Usando dados do World Values Survey e da União de Associações Internacionais em um design de painel cruzado, os resultados mostram que o capital social afeta a democracia e que a democracia afeta o capital social. Testes adicionais demonstram que associações conectadas à comunidade maior têm um efeito positivo sobre a democracia, enquanto associações isoladas têm um efeito negativo. A teoria que relaciona capital social à democracia é extraída da literatura sobre sociedade civil, cultura política e movimentos sociais.
Pamela Paxton (Mon,) estudou essa questão.
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