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Este comentário é uma resposta crítica ao ensaio dialógico "As artes indomadas da recusa etnográfica: poder, política, performatividade" que desvenda as complexas performances de hierarquias e violência conforme realizadas durante trabalhos de pesquisa etnográfica em antropologia. Durante trabalhos de pesquisa etnográfica, o encontro entre os pesquisadores e os participantes da pesquisa muitas vezes é subjacente a tensões que obrigam os participantes a falar em padrões definidos para satisfazer as demandas dos pesquisadores ou forçam os pesquisadores a conduzir trabalhos de campo de acordo com as diretrizes recomendadas das instituições acadêmicas, agências de financiamento e pessoas de contato. Com base nas minhas experiências pessoais e nas experiências etnográficas dos autores do ensaio, este comentário argumenta como a performance e o reconhecimento da ‘recusa’ podem ser adotados como uma metodologia de pesquisa em antropologia e outras disciplinas acadêmicas para contrabalançar os parâmetros coloniais/eurocêntricos da produção de conhecimento.
Sayan Dey (Mon,) estudou esta questão.
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