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Estudamos a transição vitrosa explorando uma ampla classe de regras cinéticas que podem modificar significativamente a dinâmica normal de líquidos super-resfriados, enquanto mantêm o equilíbrio térmico. Além da dinâmica usual dos líquidos, esta classe inclui dinâmicas nas quais uma fração (1-fₑ) das partículas pode realizar trocas em pares ou "movimentos de troca", enquanto uma fração f das partículas pode se mover apenas em direções restritas. Descobrimos que (i) a localização da transição vitrosa varia bastante, mas suavemente, à medida que f e fₑ mudam, e (ii) é governada por uma combinação linear de f e fₑ. (iii) As heterogeneidades dinâmicas (DHs) não são governadas pela estrutura estática do material; sua magnitude se correlaciona, ao invés disso, com o tempo de relaxação. (iv) Mostramos que uma teoria recente para o crescimento temporal das DHs baseada em avalanches térmicas se mantém quantitativamente em todo o diagrama (fₑ, f). Essas observações são itens negativos para algumas teorias existentes da transição vitrosa, particularmente aquelas que dependem de ordem termodinâmica crescente ou estrutura localmente favorecida, e abrem novas avenidas para testar outras abordagens, como ilustramos.
Gavazzoni et al. (Terça-feira,) estudaram esta questão.
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