Key points are not available for this paper at this time.
A poética é a articulação da vivência na medida em que pode ser escrita (Quashie, 2021). É o espaço aproximado que engaja a figuração da existência de alguém em relacionalidade. Essa retórica de ser e pertencer na relacionalidade supõe que o individualismo é a morte em um mundo que se opõe à vida (Quashie, 2021). A vivência é a possibilidade de que o movimento possa acontecer, a força de um ser vivo. Quando informado pelas forças do medo e da degradação, pode-se enfrentar a escolha de aceitar ou recusar. No ato de recusar, o potencial para algo além das divisões do mundo paira no ar. O mundo está cheio de existência fluida--sendo. No esquema hierárquico e de subordinação ocidental, a desvalorização categórica de alguns seres em relação a outros é ditada pelos dominantes e empoderados (Wilkerson, 2020; Wynter, 2003). A poesia propõe outra maneira, até mesmo a possibilidade de tornar-se e desfazer-se (Quashie, 2021). A filósofa Sylvia Wynter sugere que o mundo precisa de uma nova maneira universal de ser, um modo de experienciar no qual cada forma de vida é dependente uma da outra (Wynter & Scott, 2000). Através de brechas linguísticas e palavras de criação de mundo, a poética é o desenvolvimento da teoria (Gumbs, 2020). É uma investigação do que é possível e pode ser.
NingLi Loken (Sex,) estudou essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: