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A segurança do paciente (SP) é uma competência fundamental para enfermeiros registrados. No entanto, existe uma lacuna entre a competência em SP dos estudantes de enfermagem e sua experiência clínica em SP. Este estudo explorou o efeito dos níveis de competência em SP na ocorrência de eventos adversos (EAs) entre alunos de mestrado em enfermagem na China. Um design misto sequencial foi utilizado, com uma amostra intencional em sete faculdades. No total, 327 alunos de enfermagem de pós-graduação, com idades entre 22 e 38 anos, participaram da pesquisa, e 15 participaram de entrevistas qualitativas. O Questionário de Educação Profissional em Segurança do Paciente (H-PEPSS) avaliou os níveis de competência dos alunos em SP. Os respondedores também relataram quaisquer EAs em que estiveram envolvidos no último ano. Um total de 78 EAs ocorreram no último ano, com 17,7% dos participantes envolvidos em 1 a 3 EAs. Os EAs mais comuns foram erros de administração de medicamentos (30,77%) e uso inadequado de equipamentos/suprimentos médicos (28,20%). Os estudantes adquiriram mais competências no ambiente clínico do que no ambiente de sala de aula. Três competências aprendidas em ambientes de sala de aula estavam associadas a EAs clínicos: baixa habilidade de segurança clínica OR = 0,61, identificação inadequada, resposta e divulgação de EAs e quase acidentes OR = 0,454, e baixa confiança em trabalhar em equipe com outros profissionais de saúde OR = 2,168. A análise qualitativa dos dados revelou cinco temas: reconhecimento de EAs, redução de danos ao abordar riscos imediatos a pacientes e outros envolvidos, promoção de prática clínica e medicamentosa segura, gerenciamento da autoridade dos membros e dinâmica de equipe, e tratamento de conflitos interprofissionais. Os dados quantitativos e qualitativos estão alinhados, apoiando o aprimoramento da competência em SP dos alunos.
Zhang et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
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