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Resumo Este artigo contextualiza e desconcerta o significado da criminalização. Refletindo sobre 25 anos do Instituto Erik Castrén e do Tribunal Penal Internacional, este artigo oferece não apenas uma lente crítica pela qual devemos necessariamente observar as celebrações que acompanham a criminalização no tpi hoje em relação ao genocídio em Gaza, mas também uma apreensão com a qual devemos considerar o passado que proporcionou as fundações sobre as quais instituições como o tpi e o Banco Mundial desfrutam de legitimidade. O quadro maior, de condenados construindo império, a criminalização sendo instrumentalizada para canibalizar a soberania não ocidental, e soberanos não ocidentais subjugando suas próprias populações para cumprir suas agendas capitalistas, pode ser visto como um ciclo completo. Ou, talvez, todas essas histórias façam parte de uma mesma totalidade, na qual a resistência à ordem e uma cumplicidade em sua criação acabam sendo absorvidas para servir à acumulação de capital.
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Parvathi Menon
SOAS University of London
Nordic Journal of International Law
University of London
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Parvathi Menon (Ter,) estudou essa questão.
synapsesocial.com/papers/68e5c967b6db64358755f5e0 — DOI: https://doi.org/10.1163/15718107-bja10086