A eficiência na manufatura tornou-se crucial para a competitividade industrial no século XXI, impulsionada por sistemas robóticos avançados e estratégias inteligentes de manutenção. Esta revisão sistemática examina como a automação robótica e as tecnologias digitais transformam as operações modernas de manufatura, com foco particular nos paradigmas de manutenção e nos impactos no desempenho operacional. O estudo define eficiência manufatureira por meio de duas dimensões: eficiência técnica (maximização da produção a partir dos insumos) e eficiência alocativa (distribuição ótima dos recursos). Abordagens contemporâneas integram fatores de complexidade do produto, processo e organizacional. A evolução da manutenção reativa para a preditiva e baseada em condição, alimentada por inteligência artificial, tecnologias IoT e análises de sensores, revolucionou a confiabilidade e o desempenho dos equipamentos. Achados principais revelam que a manutenção preditiva impulsionada por IA reduz o tempo de inatividade não planejado em 50%, corta custos de manutenção em 25% e estende significativamente a vida útil dos equipamentos. A transformação digital por meio da Indústria 4.0 e da emergente Indústria 5.0 cria relações sinérgicas entre sistemas robóticos, tecnologias de gêmeos digitais e estruturas inteligentes de manutenção. Sensores IoT, algoritmos de aprendizado de máquina e sistemas computadorizados de gerenciamento de manutenção permitem monitoramento em tempo real, análises preditivas e respostas automatizadas que aumentam a eficiência manufatureira. A análise do estudo de caso da Innoson Vehicle Manufacturing demonstra como fabricantes de mercados emergentes aproveitam a automação robótica para ganhos substanciais de produtividade, aumentando a capacidade anual de produção de 10.000 para 60.000 veículos por meio da implementação estratégica da automação. Contudo, persistem desafios no desenvolvimento da força de trabalho, limitações de infraestrutura, preocupações com cibersegurança e requisitos de investimento de capital, especialmente para pequenas e médias empresas. Existem lacunas críticas de pesquisa na compreensão dos contextos de mercados emergentes, impactos socioeconômicos e implicações de sustentabilidade a longo prazo. Direções futuras enfatizam sistemas autônomos de manutenção, robótica colaborativa e práticas sustentáveis de manufatura como fatores que habilitam vantagens competitivas.
Ohuei et al. (Sex,) estudaram esta questão.