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Objetivo Apesar das iniciativas tomadas para atrair investimento estrangeiro direto (IED) para transferir tecnologia e habilidades que possibilitem o crescimento econômico, a África tem se mantido com um baixo desempenho no índice global de inovação. Este estudo tem como objetivo determinar os efeitos do IED e da qualidade institucional na inovação na África. Design/metodologia/abordagem Um conjunto de dados de painel de 22 países foi obtido do banco de dados de indicadores de desenvolvimento do Banco Mundial. Várias ferramentas estatísticas, como testes de estacionaridade, cointegração em painel e modelos de regressão foram empregadas para apoiar a análise. Resultados Os resultados mostram que o IED tem um efeito positivo e significativo sobre a inovação sob as técnicas de estimação de mínimos quadrados ordinários totalmente modificados, método dos momentos generalizados e efeitos fixos de Driscoll e Kraay. Além disso, a industrialização, a abertura comercial e a urbanização foram identificadas como impulsores essenciais da inovação. O produto interno bruto e a eficácia do governo (uma medida de qualidade institucional) tiveram um efeito negativo e significativo sobre a inovação. Limitações/implicações da pesquisa Este estudo fornece descobertas perspicazes para a reforma de políticas relacionadas ao investimento estrangeiro. Uma estratégia política holística é essencial para realizar o benefício ideal do IED. Devido à quantidade significativa de dados ausentes prevalentes no banco de dados utilizado para a análise, apenas 22 países foram incluídos. Originalidade/valor Para o melhor conhecimento dos autores, este estudo é o primeiro a abordar o papel do fluxo de IED e da qualidade institucional na promoção da inovação nacional no contexto africano. Ele também abre uma porta para novos estudos nesta área emergente de pesquisa.
Zerihun et al. (Sex,) estudaram esta questão.