O interesse pelo papel da interleucina (IL)-33 na asma foi despertado por estudos de associação genômica que ligam variantes genéticas de IL-33 a contagens de eosinófilos no sangue e diferentes fenótipos de asma 1, 2. Tanto variantes codificantes quanto não codificantes de IL-33 têm sido associadas à proteção ou risco para asma 3, 4, mas os mecanismos exatos que ligam IL-33 à inflamação das vias respiratórias e hiperreatividade permanecem elusivos. A descoberta de que IL-33, um membro da família de citocinas IL-1, era um ligante para IL-1R1 (ST2) e induzia expressão gênica de citocinas a partir de células T auxiliares 2 (Th2) foi um grande avanço 5.
Georas et al. (Qui,) estudaram essa questão.