A rápida expansão da infraestrutura urbana levou ao aumento do ruído de construção, levantando preocupações ambientais e ocupacionais. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica ruídos acima de 65 dB como prejudiciais, ligando a exposição prolongada ao estresse, perda auditiva, distúrbios do sono e problemas cardiovasculares. Além de afetar os trabalhadores, o ruído excessivo perturba as comunidades ao redor, reduzindo a qualidade de vida e provocando reclamações públicas. Este estudo revisa os efeitos fisiológicos, psicológicos e socioeconômicos do ruído de construção e explora estratégias de mitigação eficazes. Ele examina soluções de engenharia, medidas regulatórias e materiais absorventes de som para gerenciar a poluição sonora. Ao avaliar essas abordagens, o estudo enfatiza a necessidade de desenvolvimento urbano sustentável que equilibre o crescimento com considerações ambientais e de saúde pública. Palavras-chave: Ruído de Construção, Sustentabilidade, Resiliência, Mitigação, Social-Econômico, Medidas Regulatórias e Absorção de Som.
Akosile et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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