A eficiência do uso de carbono microbiano (CUE) é um indicador importante da acumulação e perda de carbono orgânico no solo e um parâmetro chave em modelos de ciclagem biogeoquímica. Seu mecanismo regulador é altamente dependente das comunidades microbianas e da sua mediação dinâmica dos fatores abióticos. Mudanças no uso da terra (por exemplo, expansão agrícola, desmatamento, urbanização) alteram profundamente os padrões de entrada de carbono e as propriedades físico-químicas do solo, exacerbando ainda mais a complexidade e a incerteza do CUE. Modelos existentes de ciclo do carbono frequentemente negligenciam processos ecológicos microbianos, resultando em uma compreensão incompleta de como os traços microbianos interagem com fatores ambientais para regular o CUE. Este artigo fornece uma revisão abrangente dos mecanismos de regulação microbiana do CUE sob mudanças de uso da terra e explora sistematicamente como os microorganismos conduzem a alocação de carbono orgânico por meio das composições das comunidades, interações entre espécies e adaptabilidade ambiental, com ênfase particular na resposta sinergística entre comunidades microbianas e fatores abióticos. Descobrimos que o efeito de amortecimento das comunidades microbianas sobre fatores abióticos durante mudanças no uso da terra é um fator chave que determina os padrões de mudança do CUE. Esta revisão não apenas fornece uma estrutura teórica para esclarecer o mecanismo de troca de carbono dominado por microrganismos, mas também estabelece uma base científica para a implementação precisa de gestão sustentável da terra e metas de neutralidade de carbono.
Li et al. (Sat,) estudaram esta questão.
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