O sexo biológico exerce uma influência substancial no sistema imunológico e nas doenças relacionadas ao imunológico. Os machos são mais suscetíveis aos efeitos agudos de doenças virais e certos tipos de câncer, enquanto as fêmeas exibem uma resposta imune mais robusta que pode torná-las propensas ao desenvolvimento de complicações autoimunes. Refletimos sobre a crescente apreciação das diferenças sexuais — governadas por fatores genéticos, hormônios sexuais e fatores ambientais — na imunidade dos tecidos e imunologia. Compreender essas diferenças sexuais dependentes do contexto dos tecidos no sistema imunológico é crítico para decifrar os mecanismos exatos que determinam por que mulheres e homens experienciam infecções específicas de órgãos, doenças autoimunes ou inflamatórias, e cânceres de maneira diferente. Apenas ao analisar as distinções no nível do tecido pode-se conceber e, em seguida, alcançar o desenvolvimento de abordagens de imunoterapia personalizada e de precisão.
Sharma et al. (Thu,) estudaram essa questão.
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