Este artigo pergunta: Como as injustiças climáticas se acumularam nas negociações climáticas, e como pode ser desenvolvida uma abordagem de justiça no sistema climático? Conclui que, primeiro, sem uma abordagem justa, a mudança climática não pode ser enfrentada. Em segundo lugar, identifica seis injustiças cumulativas: (a) atraso no objetivo climático de longo prazo, (b) compartilhamento pós-equitativo do ‘orçamento de carbono’, (c) ignorar recursos e ativos encalhados, (d) adoção de instrumentos de mitigação eficientes, mas inequitativos/ineficazes, (e) estratégias fracas de adaptação e perda e danos, e (f) uma abordagem sintomática, não curativa. Este artigo conclui chamando por justiça no sistema climático, argumentando que apenas uma abordagem justa permite uma política climática eficaz.
Gupta et al. (Qui,) estudaram esta questão.