Contexto/Objetivos: A depressão é uma carga de saúde global significativa, e estudos anteriores sugerem que deficiências nutricionais podem contribuir para seu desenvolvimento. No entanto, a pesquisa sobre a ingestão mineral e a depressão, particularmente sódio e potássio, é limitada. Realizamos uma análise transversal de dados da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição na Coreia (KNHANES) e nos Estados Unidos (NHANES) para avaliar associações entre várias ingestões minerais e depressão em adultos coreanos e americanos. Métodos: Este estudo transversal utilizou dados do KNHANES e NHANES. Sete minerais foram analisados: sódio, potássio, fósforo, magnésio, ferro, zinco e cálcio. A depressão foi definida como uma pontuação de 10 ou mais no Questionário de Saúde do Paciente-9. As associações entre ingestões minerais e depressão foram examinadas usando uma análise de regressão logística ajustada para múltiplas variáveis. Resultados: No KNHANES, 537 participantes (4,1%) apresentaram depressão, enquanto 588 participantes (6,2%) no NHANES experienciaram condições semelhantes. Além disso, a ingestão de sódio, potássio e fósforo no KNHANES demonstrou associações inversas com a depressão, enquanto no NHANES, potássio, ferro e zinco exibiram tendências comparáveis. Análises de subgrupos por sexo, status de obesidade e idade revelaram diferenças significativas para vários minerais. Conclusões: Este estudo revelou associações significativas entre a ingestão mineral e a depressão em adultos coreanos e americanos. Estes achados sugerem que a ingestão adequada de minerais pode apoiar a saúde mental. Mais pesquisas são necessárias para explorar essas relações e os mecanismos subjacentes.
Kim et al. (Sat,) estudaram essa questão.