Este artigo apresenta um exame abrangente das barreiras sistemáticas enfrentadas pelo trabalho acadêmico que desafia os paradigmas acadêmicos predominantes, revelando como os mecanismos de portaria institucional efetivamente impedem que vozes críticas encontrem meios de publicação. Por meio de uma análise rigorosa de três casos paradigmáticos—portaria da revisão por pares em jornais prestigiados, moderação de plataformas de pré-impressão disfarçada de controle de qualidade e censura em plataformas online—demonstramos que a academia predominante suprime sistematicamente publicações que desafiam teorias e práticas estabelecidas. Nossa análise revela que a moderação de pré-impressões foi instrumentalizada pelo establishment acadêmico sob o falso pretexto de prevenir "publicações de baixa qualidade", enquanto os verdadeiros perpetradores da poluição acadêmica são os jornais convencionais que inundam a literatura com pesquisas incrementais, conformes à teoria, que carecem de genuína inovação. Argumentamos que autores que buscam publicação em pré-impressão são motivados não por busca de fama, mas pela sincera convicção em suas descobertas de pesquisa e pela ausência de outros meios de publicação. O artigo conclui com recomendações concretas para a criação de plataformas genuinamente abertas para o discurso acadêmico que possam acomodar um exame crítico rigoroso dos paradigmas estabelecidos.
Yue Liu (Sat,) estudou esta questão.