A aprovação da FDA de terapias modificadoras da doença de Alzheimer marca uma mudança significativa no tratamento, mas expõe um desafio crítico: identificar pacientes durante a fase de comprometimento cognitivo leve (CCL) quando a intervenção é mais eficaz. Apesar das mudanças biológicas precoces, a maioria dos diagnósticos ocorre após um declínio significativo. Dados de mais de 180 entrevistas com interessados realizadas através do programa NSF I-Corps revelam grandes lacunas na detecção nos cuidados primários, acesso a especialidades e ferramentas disponíveis. Este comentário destaca as consequências do diagnóstico tardio e propõe estratégias translacionais para alinhar a detecção precoce com a oportunidade terapêutica, posicionando o CCL como a janela crítica para a intervenção na doença de Alzheimer.
Mekulu et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.