O artigo analisa as novas guerras comerciais de 2025, que se tornaram o fator mais importante na desestabilização do moderno sistema econômico e político global. A atenção especial é dada às mudanças qualitativas na natureza dos conflitos comerciais, a transição de medidas protecionistas tradicionais para restrições estratégicas relacionadas a questões de segurança nacional e liderança tecnológica. O estudo examina tanto as consequências econômicas das guerras comerciais (redução no comércio global, reconfiguração das cadeias de suprimentos, declínio nos fluxos de investimento direto estrangeiro) quanto as políticas (a crise da Organização Mundial do Comércio, aprofundamento da rivalidade EUA-China, o desejo da UE por autonomia estratégica). O estudo revelou um círculo vicioso de interação entre fatores econômicos e políticos, aumentando a fragmentação global e a incerteza no comércio mundial. Como resultado do estudo, chegou-se à conclusão sobre a transição da economia mundial para um modelo de relações internacionais confrontacional.
Markushina et al. (Quarta,) estudaram essa questão.