Na África do Sul, a liberdade acadêmica concede às instituições de ensino superior independência e autonomia. A Seção 16(1) da Constituição Sul-Africana consagra o direito à liberdade de expressão, que inclui a liberdade acadêmica e a liberdade de pesquisa científica. Este artigo explora a conceituação da liberdade acadêmica, enfatizando seu papel na salvaguarda tanto do direito quanto de sua proteção. Reconhecendo que a educação foi historicamente moldada por forças políticas, a Constituição visa transformar a sociedade do autoritarismo para uma democracia constitucional, levantando questões críticas sobre a organização sistêmica da educação e formação em um contexto pós-apartheid. O artigo examina criticamente a intersecção da liberdade acadêmica, autonomia institucional e responsabilidade pública dentro da democratização e transformação do ensino superior. Com base em perspectivas acadêmicas, questiona as políticas que promovem o mercado no setor de Educação e Formação Técnica e Profissional (TVET), destacando a tensão entre as agendas neoliberais e os ideais democráticos vislumbrados para a educação pós-apartheid. Usando uma lente de governamentalidade, o artigo questiona como a responsabilidade pública se estende além da transparência financeira para envolver o papel de transformação social das instituições educacionais. Adotando uma abordagem baseada em direitos humanos, o artigo argumenta que alcançar a justiça social e a transformação socioeconômica na educação requer ir além de políticas prescritivas e orientadas pelo mercado que minam a autonomia institucional. Conclui que os interesses públicos sustentáveis só podem ser realizados por meio de uma revisão abrangente do sistema atual. Palavras-chave: Liberdade acadêmica, Autonomia, Responsabilidade, Neoliberalismo, TVET.
Majozi et al. (Quarta-feira,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: