Este artigo busca promover a teoria compatibilista do livre-arbítrio, especialmente construindo sobre as contribuições de Christian List (e também Daniel Dennett) em relação à capacidade agente de agir de outra maneira. Enfatizando a importância de habilidades genuínas de agente, ele visa conceitualizar essas habilidades em termos empiricamente fundamentados, evitando a dependência de noções modais e esquivando-se de uma divisão intransponível entre níveis físicos e psicológicos. Para alcançar isso, o artigo conceitualiza estados agentes como funções de processos de tomada de decisão que dissolvem a incerteza do agente sobre as consequências de suas ações. Ao modelar a geração e avaliação de múltiplas ações potenciais, essa abordagem explica uma forma de liberdade operacional embutida dentro da física do processamento de informações. Consequentemente, resolve a tensão entre livre-arbítrio e determinismo sem isolar a psicologia dos processos físicos.
Majid Davoody Beni (Mon,) estudou esta questão.
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