Pacientes gravemente doentes muitas vezes temem não a morte, mas morrer em dor e solidão. Esta revisão enfatiza o estabelecimento de limites de tratamento e a priorização da paliatividade em relação a intervenções desnecessárias. Discussões como essas são melhor realizadas em ambientes calmos, mas podem ser desafiadoras em situações agudas. O cuidado eficaz aborda as necessidades físicas, psicológicas, sociais e existenciais dos indivíduos. Os membros da família desempenham um papel chave e requerem comunicação clara e empatia. O alívio farmacológico envolve principalmente opioides e benzodiazepínicos, com o objetivo de garantir um fim de vida digno e apoio para os entes queridos.
Bogut et al. (Mon,) estudaram esta questão.