Estudamos numericamente as excitações coletivas presentes em supercondutores isotrópicos incluindo uma interação de Coulomb telada. Ao variar a intensidade da telagem, analisamos seu impacto no sistema. Usamos uma formulação da interação efetiva mediada por fônons entre elétrons que depende da troca de energia entre partículas, em vez de ser uma constante em uma pequena região de energia ao redor da borda de Fermi. Isso justifica considerar também interações atrativas bastante grandes. Calculamos as funções de Green do sistema usando o método das equações de movimento iteradas (iEoM), que, em última análise, permite uma análise quantitativa das excitações coletivas. Para acoplamentos fracos, identificamos o bem conhecido modo de amplitude (Higgs) na borda inferior do contínuo de duas partículas e o modo de fase (Anderson-Bogoliubov) em ω=0 para um sistema neutro, que se desloca para energias mais altas conforme a interação de Coulomb é ativada. À medida que o acoplamento fônico é aumentado, o modo de Higgs se separa do contínuo, e modos adicionais de fase e amplitude aparecem, persistindo mesmo na presença de interações de Coulomb.
Althüser et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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