A proliferação de deepfakes—mídia gerada ou manipulada por IA—transformou o cenário da arte contemporânea. Modelos generativos profundos, incluindo GANs, VAEs, modelos de difusão e Transformers, permitiram que artistas explorassem novos reinos criativos, ao mesmo tempo levantando questões críticas sobre autenticidade, ética e detecção. Este artigo apresenta uma análise abrangente das tecnologias de deepfake em cinco modalidades de mídia chave: imagem, vídeo, texto, fala e música. Examinamos as arquiteturas que possibilitam a criação de conteúdo e as técnicas de ponta usadas para detecção. Além disso, avaliamos a precisão da detecção, robustez e implementação prática, incorporando diagramas, tabelas comparativas e fórmulas de desempenho. Este trabalho visa fornecer uma perspectiva equilibrada sobre as oportunidades e desafios impostos pela mídia sintética no domínio artístico.
Alexander I. Iliev (Sex,) estudou essa questão.