Para enfrentar os desafios ambientais de forma eficaz, o conhecimento ambiental ocidental foi adotado além do sistema de conhecimento ambiental indígena na África. No entanto, a natureza dualística da integração do conhecimento, observa este artigo, é manchada por relações de poder injustas, onde o conhecimento indígena é mascarado pelos princípios neocoloniais do Ocidente. O neocolonialismo, como argumentado neste artigo, é a tentativa das sociedades ocidentais de impor seu sistema de conhecimento para microgerir as questões ambientais e outros assuntos na África, tomando o estudo de caso de Uganda. Nossa investigação central é por que a África está gradualmente se desviando dos sistemas de conhecimento indígena em favor do conhecimento ambiental ocidental. Usando um método de pesquisa analítica crítica, este artigo argumenta que há neocolonialismo do conhecimento ambiental na África hoje, caracterizado pela construção de identidade ocidental, domínio da língua, clonagem intercultural, minoração dos padrões de educação indígena, divisão acadêmica do trabalho, educação como um investimento, distribuição de conhecimento de cima para baixo e contextualização inadequada da construção e aplicação do conhecimento. Isso apela para a produção de conhecimento africanizado para atender às necessidades ambientais do continente e alcançar a autonomia epistêmica africana.
Aciro et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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